Um povo, um Deus

Por Joel Figueiredo

Existem vários caminhos que nos levam ao encontro com o Criador do Universo e que nos fazem pessoas melhores, próximas de Deus, tornando-nos “deuses”, no dizer do Salmo 82. O encontro com o Divino pode ser feito por meio das religiões e da filosofia, não tendo necessidade de ajuizarmos os que não andam conosco, pensando que somente estamos certos.

As Escrituras Sagradas, no entanto, deixam claro que suas instruções estão direcionadas a um povo chamado “Israel”, que são os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Este povo é composto por um grupo de almas que está sendo preparado há séculos, para estar à frente das nações, na época da construção do mundo novo ou “Nova Jerusalém”, segundo os profetas (Apocalipse, 3,12).

Sim, podemos escolher este ou aquele caminho que nos levem ao Criador, mas quem faz parte do Povo de Deus e tem suas raízes fincadas nas Escrituras, são almas comprometidas com o Deus de Israel. Mesmo que admirem os cultos afros com seus Orixás, o Hinduísmo, o Taoismo, Espiritismo, filosofias, ou o deus quântico; na verdade, seu compromisso é com o Cristo (cristãos) e Adonai (judeus).

Se somos os filhos de Abraão espalhados pelo mundo, não podemos olhar a vida por um ponto de vista individualizado, escolhendo, simplesmente, uma religião ou seita, que mais nos convenha. É preciso que o interesse maior de Deus esteja à frente, e ele é a construção da nova humanidade. Isso sem dizer da grandiosidade das revelações que contém as Escrituras, fonte de sabedoria, paz e meios suficientes para levar o homem ao encontro e comunhão com seu Criador, dispensando outros, que ao Israel de Deus não são admissíveis.