Morrer ou viver?

Por Joel Figueiredo

Muitos acreditam que ao morrer o corpo, a vida do homem termina. Até entre os religiosos há quem pense que tudo se finda no túmulo. Paulo exorta a despertarmos enquanto estamos vivos, pois, muitos dormem o sono da ignorância (Efésios 5.14). Os que despertam para Cristo, morreriam com o corpo? Certamente que não!

As Escrituras deixariam de ser a luz do esclarecimento se não considerarmos que tudo está sujeito à lei do progresso, até as revelações de cunho bíblico. Em épocas remotas o conhecimento era restrito, falava da morte, mas nada, além disso: “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás”(Gênesis 3.19). A revelação se limitava a dizer do destino do homem na terra, descrevendo que sua vida estaria sujeita ao trabalho físico, até que morresse o seu corpo, voltando ao pó.

Por volta de 700 anos mais tarde, em Eclesiastes, este mesmo assunto foi abordado de maneira diferente. “E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (Eclesiastes 12.7). Foi acrescentado o destino da alma, dizendo que ela volta a Deus, após viver a sua experiência neste mundo.  Séculos depois, Jesus ensinou que Deus havia dito: “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos” (Mateus 22.32). Parece claro que os patriarcas, que estavam mortos havia milênios, permaneciam vivos, certamente, nos céus da eternidade. Portanto, gradualmente, as Escrituras vão revelando que vivemos após a morte do corpo. Quando passamos a ver a vida pela ótica da eternidade, tudo passa a fazer sentido lógico e racional. Afinal, Deus não é o absurdo. Morrer ou viver? Faça sua escolha.



 

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