O Reino de Deus

Por Pastor José

Todos nós já ouvimos falar do Reino de Deus e de algum modo, pensamos em dele participar. Mas será que entendemos o que significa esse reinado Divino que, segundo o Filho do Eterno, é chegado? O que não falta no meio cristão, são teólogos das mais diferentes vertentes. É possível que Deus esteja feliz com tanta gente interessada nos Seus santos ensinamentos. É preciso considerar também, que nunca se viu tanta confusão como as atuais crenças. Mesmo não nos afastando do meio cristão, as interpretações que se dão à Palavra são as mais variadas possíveis. Tudo bem, vivemos num tempo em que temos um sábio em cada esquina. Não seria diferente entre os cristãos, uma vez que eles são como todo mundo.

Será mesmo que o Povo de Deus deve ser como os demais homens? Certamente que não! Temos uma Escritura que foi escrita especialmente para nós. E se foi assim, deveríamos nos esforçar para entender os propósitos do Criador, trabalhando para que o que se pensa fosse, de algum modo, unificado. A divisão do pensamento em inúmeras vertentes, embora pareça uma conquista, é também um mal. Não se pode imaginar um barco a remos, com os ocupantes remando um rumo. O destino é o lugar nenhum! Seria isso o que o Eterno espera do Seu Povo. Certamente que não! Há muitas verdades? Uma vez mais, não! Então, é preciso envidarmos esforços para que cheguemos a um processo de convergência, que nos ajude a seguir rumo à unidade.

Uma questão relevante para o Povo de Deus, é a chegada do Reino. Nos tempos de Jesus, o Reino começou a ser anunciado por João Batista. Foi consolidado por Jesus e era esperança dos apóstolos. O Cristo dizia: “é chegado a vós, o Reino”. Ora, o Reino seria material ou algo a ser estabelecido na alma? Jesus disse, também, que o Reino não viria com aparências exteriores. Sabemos que as Escrituras hebraicas falam abundantemente do Reino e elas indicam que ele será estabelecido na Terra. Veja essa passagem: “Os justos herdarão a terra e habitarão nela para sempre”. Citações como essa, estão em diversos livros das Escrituras Hebraicas. O Filho do Eterno contradiria os escritos Sagrados? Certamente que não! Possivelmente nosso entendimento está equivocado. Então, como conciliar as duas afirmativas?

Primeiro, é preciso considerar que as almas são eternas e que nascem continuamente, para trabalhar na construção do futuro. Essa é a lei básica da Criação (que os cristãos creditam ao diabo). Depois, entender que a vida exterior é resultado da vida interior. Como é isso? Vá à casa de uma pessoa e veja com ela vive e se organiza. Poderá ter um indicativo de como ela é por dentro. Olhemos para a vida da humanidade e podemos saber que espírito a anima, quer dizer, o que está no invisível, gerando a vida dos homens (não parece ser boa coisa). Então, ao dizer que o reino de Deus não é de aparências exteriores, Jesus estava certo. Primeiro, é preciso que o Reino se estabeleça dentro de nós, para depois se tornar um Reino exterior. Isso, se considerarmos a eternidade da alma.

Assim, de uma vez por todas, o Reino de Deus será estabelecido na Terra. As almas foram criadas para habitar a Criação. Ninguém habitará um Reino que está nos céus, não importa se tem nome de “nirvana”, “Nova Jerusalém”, “cidade celestial”, “plano superior”, etc. Essas são interpretações equivocadas. Somos deuses, no dizer das Escrituras, filhos do Altíssimo, gerados das suas entranhas para desfrutarmos da vida. Ele nos fez para habitarmos o Reino. Quem diz o contrário, está conspirando contra o Eterno Deus e seu grandioso propósito de tornar o mundo, num planeta verdadeiramente civilizado. Avancemos!

 

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